segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Leviatã de um Rei


Desta vez nem é melhor Vossa Majestade ascender a luz
e ver a sombra deste entulho de saco de batatas móvel que sobrou de ti.
Ah sim! Como é amargo para alguém, que já gozou de tantas outras massas cefálicas nessa guilhotina sentimental, se sentir nesse limbo!
Viverá com este leviatã em sua mente até o seu triste fim...

Oh Milorde!
O amor é um prato fervendo na mesa de um faminto, para quem não sabe amar.
De nada adiantará aprecia-lo, pois ele cozinhará teu coração e te refogará em um mar de lágrimas.
Se deseja-la como um suicida pulando na frente de um veloz trem
Ela sairá de tua cama como uma mosca varejeira sai pela janela de outrem...

Triste fim para quem, a pouco tempo, já teve um mundo em suas mãos
Triste fim para quem, um dia, já brincou de Deus!
Podes criar tua própria doutrina,
e implorar pela cabeça dela na guilhotina, ou se preferir, até queima-la viva!
Entretanto, se deseja-la como um pobre deseja um dia ser rei - não importa se o sexto, sétimo ou oitavo -
ela sairá pela porta como uma mosca sai pela janela...
Outra vez...

6 comentários:

Ana Almeida disse...

adorei tes testos lindos vou seguir-te beijos

Ana Almeida disse...

obrigado, seguirei sempre o teu blogge beijos

CarolinaaGalegos disse...

» Gosteii, vou seguiir (;

Ana Almeida disse...

obrigado

inêsmorais' disse...

sigo :)

Maíra Souza disse...

Opa!
Quanto tempo não passo aqui...
Um monte de coisas impedem, mas gostei de ver que andam postando por aqui. =)

"O amor é um prato fervendo na mesa de um faminto, para quem não sabe amar."
Nunca tinha pensado desse jeito e concordo sabe?!
Todos precisam saber amar.

BjO